domingo, 3 de maio de 2020

A estratégia militar na perspectiva de um civil

não se substitui os generais a meio da guerra! 
(é tão óbvio que a sra deputada deve ser retardada) 

O sr PM Costa entusiasma-se na oratória - quem sabe se não será o grande prazer da sua vida falar em público para pessoas que apreciam aquilo que ele diz - e, ocasionalmente, deixa-nos deslumbrados com estas pérolas de sabedoria.

Esta em particular demonstra a sua erudição, citada directamente desse assombroso clássico, essa obra seminal de Sun t'Zé:

A arte de como perder uma guerra.

Consta ser obra de cabeceira de todos os membros do governo, de Rio, que lhe segue o exemplo, e do caríssimo sr presidente da AR, Ferro O Septuagenário, que não fica em casa e dá o peito às balas sem mascarilha - levou à letra o conselho de Sousa Tavares.

Marcelo, cicerone mas também PR, sempre um pouco além da manada de intelectos mais mundanos, entretém o espírito com a Cartilha Maternal, de João de Deus. Homem d'O Povo que faz de conta ser.

A estratégia é a aquela que o reconhecido gestor sr Comendador Bava Z. seguia, com a concordância do próprio Espírito Santo, para financiar, obviamente com dinheiro que não era seu, os eventos organizados por aquele senhor que é genro de um outro senhor que se pensa já ter nascido duas vezes:

não é bem o nosso negócio mas
Seja o que Deus quiser. 

No geral é boa prática deferir para O Omnipotente. Infelizmente nem sempre a insondável vontade de Deus se encontra alinhada com os interesses do Povo. 
Facto que os verdadeiros comunas sempre souberam, mérito lhes seja reconhecido.

Por conseguinte, fiquemos assim, com uma estratégia tão apta quanto outra qualquer:

Seja o que Deus quiser.
(dirá o estudante avisado: espero que Deus não queira negas)



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